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Coimbra, Coimbra,
O meu sonho aqui termina

Restou a capa negra
Solta o vento neste poema
Memórias por contar

Histórias, escrevi nela
Canto à tua janela
Ó Coimbra do Mondego

Desse olhar só teu,
Ó Coimbra, o que fiz eu
Para te ter de deixar

E guardar-te no meu peito
Tu que corres nesse leito
Ó Mondego, o que eu chorei por ti

E pensar que foste brisa
Num inferno flamejante
Ó Coimbra, o que guardas tu de mim?

Entre o bater da velha Cabra
E o choro de uma guitarra
Nascem amores nos teus jardins

Desse olhar só teu,
Ó Coimbra, o que fiz eu
Para te ter de deixar

E guardar-te no meu peito
Tu que corres nesse leito
Ó Mondego, o que eu chorei por ti

E pensar que foste brisa
Num inferno flamejante
Ó Coimbra, o que guardas tu de mim?

Ó Coimbra, o que guardas tu de mim?

© 2007 Imperial TAFFUC

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